Aliança Transatlântica sobre o Clima

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Os signatários incitam Washington a “estar à altura das suas ambições, adotando uma meta climática de pelo menos 50% de redução das emissões de gases com efeito de estufa até 2030“.

“A parceria EUA-UE é fundamental para enfrentar as alterações climáticas e permitir uma transição justa e sustentável. Juntos, somos responsáveis por cerca de 25% das emissões globais de CO2 e 40% do PIB global”,

dizem várias figuras proeminentes numa carta aberta iniciada pelo presidente do Comité do Ambiente do Parlamento Europeu, Pascal Canfin.

Aliança Transatlântica sobre o ClimaOs signatários exortaram Washington a “estar à altura das suas ambições, adotando uma meta climática de pelo menos 50% de redução das emissões de gases com efeito de estufa até 2030”, em comparação com 2005.

A carta foi publicada em vésperas da cimeira virtual sobre o clima organizada pela Casa Branca nos dias 22 e 23 de abril, com líderes de países da UE, como a Alemanha, Itália, Espanha e Polónia, bem como México, Jamaica e Indonésia, entre outros.

Atuando em conjunto, podemos fazer a diferença, escreveram os signatários da Aliança Transatlântica sobre o Clima, que incluem responsáveis de empresas como a Ikea, LEGO, Axa, H&M, Scania e Renault, além de eurodeputados do Partido Popular Europeu, a maior família política europeia, Socialistas e Democratas, Renovar Europa (Liberais) e Verdes.

A carta sublinha que a Europa decidiu empenhar-se fortemente no clima, na sequência da crise do coronavírus, e que espera que os Estados Unidos avancem na mesma direção, “para criar um movimento global (…) em direção a um novo modelo de prosperidade”.

Segundo os signatários, a adoção deste objetivo comum lançaria as bases para “construir uma nova cooperação transatlântica”, apelando a Biden para que “os EUA sejam tão ousados e ambiciosos” como a UE com o Pacto Verde Europeu.

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Observador